Esqueça aquelas tatuagens de decalque que você usava quando era criança! A única semelhança com as tatuagens temporárias em formato de bijuteria da Flash Tattoo é a forma de aplicação simples e indolor, basta aplicar no local desejado e molhar.

Os adesivos imitam bijuterias em tons dourados, pratas e pretos e, de acordo com a marca, duram de 4 a 6 dias no corpo, saindo facilmente com álcool – mas eles não aconselham utilizar hidratante, sabonete, protetor solar e produtos oleosos por cima, pois podem remover o seu desenho.

As tatuagens de bijuteria se tornaram uma febre da Europa, sendo utilizadas principalmente em praias e festivais, para incrementar looks simples e geralmente com um ar boho.

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    A marca inglesa United Nude conhecida pela inovação e por seu trabalho criativo que transita entre o design e a moda acaba de lançar em sua flagship de Nova Iorque o “Float Shoes” (sapatos flutuantes, em tradução livre). Trata-se de um sapato feito na própria loja através de uma impressora 3D.

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    Uma tela sensível ao toque permite que os consumidores interajam com o produto e escolham a combinação de cor que desejarem. As possibilidades são incontáveis.

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    Os sapatos são compostos por três partes que se encaixam e depois recebem uma sola de borracha cortada e colada manualmente. O processo de impressão é de aproximadamente 40 horas.

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      O verão em Nova York tem se tornado aos poucos sinônimos de visitas a caminhões de comida, cujos donos aproveitam o clima agradável dos meses mais quentes para atrair o público. Além de geralmente oferecerem boa comida a preços amigos, ainda proporcionam uma agradável experiência, já que os clientes podem desfrutar de sua comida em um ambiente ao ar livre.

      Inspirado pela geração do caminhão, o casal Shaun e Rachel Moss criou o Suns Truck, uma loja de óculos de sol sobre rodas, que oferece uma experiência de compras única. Com a ajuda do time da Square Design, baseada no Brooklyn, uma van Grumman de mais de quatro metros foi convertida na loja móvel. O interior tem painéis de carvalho e iluminação gradiente que visa refletir o logotipo da empresa – um pôr do sol.

       

      Sunglass Store on Wheels Inspired by Food Truck Trend

       

      A van percorre locais populares a céu aberto na cidade de Nova York, incluindo Coney Island, Rockaway Beach, o distrito financeiro, e festivais de música no Brooklyn. Uma vez decidida sua localização do dia, a van estaciona e permite que os clientes subam para experimentar – e comprar – um novo par de óculos de sol.

      A empresa surgiu após Shaun Moss perceber que ele não gostava de seu trabalho em um ambiente corporativo. Sua esposa, Rachel, foi criada em uma empresa familiar focada na cultura de praia, e depois muitas conversas eles criaram o conceito para o Suns Truck, a combinação perfeita da infância de Rachel e Shaun, que foi criado em Manhattan.

       

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      Suns Truck foi lançado neste verão americano, e a ideia é intrigante – em uma cidade como Nova York, as pessoas tendem a fazer as coisas o mais rápido possível, e isso inclui suas compras. A nova loja, no entanto, nos faz esquecer das filas longas e dos vendedores incômodos a que estamos infelizmente acostumados, e, ao lado dos caminhões de comida, pode ser um pioneiro no varejo móvel.

       

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        Na próxima semana, de 25 a 27 de agosto, o Instituto Rio Moda irá realizar a exposição A Arte que Você Veste, com curadoria de Ana Laet. O evento, que põe em foco a influência e importância da arte na criação de moda, ocorrerá no Rio de Janeiro, na casa de shows Miranda.

        Paralelamente à exposição, serão realizados talkshows sobreArte, Pesquisa Contemporânea, Arquitetura e Visual Merchandising em Moda.Os debates terão participação do público e mediação da editoria de moda e apresentadora Maria Prata.

        A exposição e os talkshows tem entrada franca e contam com o patrocínio da ABIT/Apex, Ipanema, Sebrae/RJ e TexPrima.

        Programação

        Talkshows:

        25/08 – Arte e Pesquisa Contemporânea de Moda

        Ana Laet (Designer Gráfica responsável por desenvolver estampas para marcas renomadas como Animale, Cantão, Andrea Marques, entre outras), Andrea Marques (Estilista, diretora criativa da Maria Bonita por 16 anos) e Nathalie Rozborski (Consultora chefe internacional do setor de moda e beleza na NellyRodi. Responsável pelo reposicionamento da KENZO).

        26/08 – Arte e Arquitetura de Loja

        Bel Lobo (Arquiteta, sócia da be.bo, escritório a frente de diversos projetos em todo o Brasil como a loja FARM no Village Mall e Bo.Bô no Rio Design Leblon), Edson Matsuo (Arquiteto, diretor criativo da Grendene) e Ippolito Pestellini (Arquiteto responsável por projetos da Prada e da MiuMiu).

        27/08 – Arte e Visual Merchandiding

        Ana Luiza Cunha (VM, já passou pela nacional Richards e pelas internacionais Selfridges e Zara. Atualmente está na Ralph Lauren Londres), Camila Salek (VM, fundadora e diretora da Vimer, empresa pioneira em VM de moda no Brasil), e Ron Pompei (Socio fundador e diretor criativo da Pompei AD, empresa referência em cases de VM no mundo. Possui em seu portifólio clientes como Anthropologie, Hugo Boss, Levi’s, Ralph Lauren, Tiffany & Co., entre outros).

        Exposição “A Arte Que Você Veste”:

        Data: 25 a 27 de agosto de 2013, das 18 h às 22 h.

        Local: Miranda

        Endereço: Espaço Lagoon – Avenida Borges de Medeiros, 1424 – Piso 2, Lagoa, RJ.

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          Para muitas pessoas pode parecer inútil procurar um fone de ouvido que se encaixe perfeitamente nas suas orelhas mas, para outras, parece que nenhum tamanho disponível funciona bem, pois caem a todo momento ou machucam depois de alguns minutos.

          A empresa startup OwnPhones criou fones de ouvido sem fio, com a utilização de impressoras 3D, feitos sob medida para os consumidores e ainda com a possibilidade de personalização para combinar com o estilo de cada um.

          Os fones são feitos com base em uma “digitalização” 3D das orelhas, por meio do aplicativo da empresa. O cliente precisa fazer uma digitalização em vídeo, que será convertida para dados 3D e posteriormente produzidas na impressora 3D pela empresa.

          A OwnPhones também permite a personalização dos fones para combinar com o estilo e personalidade de seus clientes, que podem escolher diversas cores, acabamentos, estilos e desenhos.

          A empresa está fazendo um crowdfunding do produto no Kickstarter e já levantaram o dobro do que previam. O lançamento está previsto para março de 2015 e o preço sugerido para venda é de 299 dólares.

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            A Creative Alliance e a Southeast Community Development Corporation em conjunto com outras instituições como Baltimore Office of Promotion and the Arts, European Union National Institutes for Culture (EUNIC), e SPAIN arts & culture, anunciaram em agosto a inauguração de uma obra de arte permanente que consiste em três esculturas com as letras BUS, formando a palavra “ônibus” em inglês. A escultura foi criada pela empresa colaborativa espanhola mmmm…  e, além de ser uma obra de arte, é também um ponto de ônibus diferente e óbvio ao mesmo tempo.

            Cada letra tem mais de 4 metros de altura e 2 metros de largura e capacidade de acomodar até quatro pessoas cada. Para a sua criação foram utilizadas placas de madeiras aparafusadas em estruturas resistentes de ferro, como em bancos públicos convencionais, que permitem aguentar bastante peso e possíveis atos de vandalismo. O ponto de ônibus inusitado é um lugar para desfrutar e interagir com outras pessoas ao esperar o ônibus. É um espaço de lazer no meio do ritmo agitado de cidade, um lugar divertido para passar o tempo enquanto a espera pelo ônibus é inevitável.

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              Um Mini Mercado para vender acessórios de luxo. Esse foi o conceito criado pela marca inglesa Anya Hindmarch para o lançamento da coleção de Outono Inverno 2014.

              Com a ideia de achar beleza no cotidiano, a coleção Contra Cultura foi inspirada nas imagens de produtos locais como cereal e sabão em pó que foram recriadas em materiais de alta qualidade e de forma artesanal. Tony, o tigre das embalagens do Sucrilhos Kellogg’s e a galinha estilizada do Corn Flakes estampam bolsas e cluches.

              A decoração do Mini-Mart combina brilhantes letreiros de neon e os desenhos das estampas com prateleiras, geladeiras, cestas de compras. A loja temporária funcionará na 99 Mount Street em Londres até setembro de 2014.

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              99 Mount Street, London. W1K2TF

              10:30 – 18:30 h, Segunda à Sábado até setembro 2014.

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                Um paradoxo interessante pode ser observado atualmente na indústria da moda; enquanto os ciclos de produção da maioria das marcas continua a diminuir drasticamente, com cada vez mais coleções em um ano, podemos encontrar líderes pavimentando inovações que mudam a maneira como pensamos sobre o consumo de roupas e até mesmo sobre tecidos. Recentemente o site pfsk falou sobre alguns movimentos dentro da indústria da moda que valem a pena ser comentados e acompanhados, que a gente mostra logo abaixo.

                 

                Elevando a intimidade entre Têxteis e Tecnologia | Nancy Tilbury, Studio XO

                Nancy tem uma visão que engloba uma variedade de ideias e novos modelos de negócios. Ela acredita que a geração digital estaria aberta a “assinar roupas” e transformar a moda em recipiente para transmitir conteúdo pessoal e expressivo (o que ela chama de “Tumblr para o corpo”). Trabalhando em projetos como o vestido de bolha usado por Lady Gaga no iTunes Festival em 2013, o estúdio de Tilbury foi amadurecendo a forma como a tecnologia de impressão 3D pode ser usada para mesclar materiais duros e macios e como incorporar expressividade digital aos projetos.

                 

                Roupa Bioresponsiva que monitora o desempenho | Matt Hymers, Adidas

                A combinação de tecnologia e tecidos vem em forma diferente com uma marca como a Adidas. Matt, que trabalha com o AC Milan e outros times profissionais, foca no relacionamento entre têxteis e rastreamento de dados e desempenho, o que culminou no seu produto TechFit Elite, uma camada inferior que incorpora monitores de estatísticas vitais e sensores de movimento.

                 

                Couture no cruzamento da Biologia e Têxteis | Suzanne Lee, BioCouture

                 

                No que talvez seja a mais segmentada de todas as direções futuras, Suzanne fabrica tecidos sustentáveis ​​e está muito envolvida com o conhecimento e as práticas científicas e de engenharia. Ela trabalha em estreita colaboração com a comunidade de biociências para criar superfícies similares a tecidos que crescem na forma dos recipientes que ela usa. Os seus ingredientes básicos incluem o chá verde, o açúcar, soluções ácidas como o vinagre, e cultura de arranque (leveduras, bactérias, sob a forma de um mate). Esta visão implica a necessidade de rever como os designers de moda pensam sobre suas matérias-primas antes de se ocuparem do processo de fabricação, levando gradualmente à eliminação de práticas de “velho mundo”.

                 

                Desacelerando a Fast Fashion | Rick Ridgeway, Patagonia

                 Nosso consumo de roupas aumentou quase 50% entre 2002 e 2010. Do ponto de vista da publicidade, as marcas podem fazer muita coisa para lembrar seus clientes a pensar eticamente antes de comprar um produto. A Patagônia é uma marca que tomou uma iniciativa relativamente ousada na Black Friday através de um anúncio impresso com o imperativo: “não compre esta jaqueta” como sua manchete. O anúncio encorajou as pessoas a pensarem duas vezes antes de comprar um casaco novo da marca, e de forma mais ampla, a cuidar de suas roupas e mantê-las por um período de tempo mais longo.

                A marca estimulou os consumidores a consertarem suas roupas Patagonia ou até mesmo trazê-las para a loja se eles quisessem doá-las para serem transformados em novos produtos. E mais: Rick se uniu com a start-up de DIY (faça você mesmo) iFixit para ajudar a marca a reduzir o desperdício e introduzir solicitações de consertos em seu modelo de negócio.

                 

                Avançando Rumo a uma Indústria de Desperdício Zero | Sophie Mather, Yeh Group

                A indústria têxtil é responsável por 20% da poluição da água no mundo. Em resposta a esta complicada questão ambiental, o Yeh Group, com sede na Tailândia, desenvolveu a DryDye, uma inovação que permite que as empresas têxteis e de vestuário tinjam tecidos sem o uso de qualquer água. Embora ainda em seus estágios iniciais comerciais, DryDye representa uma inovação importante que o grupo trabalha para desenvolver, buscando pavimentar um caminho mais sustentável para a indústria da moda e vestuário.

                 

                 

                Para quem se interessou pelo assunto, vale ainda assistir o documentário The Next Black: A Film About the Future of Clothing, feito pela empresa AEG.

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                  Itens como eletrônicos, encanamentos e chapas de metal provavelmente é o que nos vem à cabeça quando falamos em soldagem, porém a designer Zita Merenyi utilizou o processo para juntar tecidos e criar a coleção intitulada Provo-CUT.

                  A linha de roupas é composta por casacos de neoprene oversized, por cima de vestidos de cetim. O que pode parecer simples se torna muito inovador e inusitado quando se sabe que tudo foi executado sem o uso de agulhas e linhas. A designer utilizou o calor para unir os tecidos dos casacos, dilacerou os vestidos com a utilização de ferro de solda e pintou as bordas e aberturas com cores vibrantes para o acabamento.

                  Com soldagens que lembram cicatrizes, a coleção foi criada com o objetivo de refletir os efeitos de longo prazo do homem na Terra, da mesma forma que as tatuagens afetam o corpo humano.

                  Apesar dos danos causados aos tecidos, a designer é capaz de consertá-los e ajudá-los a continuarem bonitos, uma vez que ela cuida desses “ferimentos”. Cada “cicatriz” que ela pinta é como ajudasse a diminuir o efeito negativo causado, da mesma forma que as pessoas deveriam trabalhar para reduzir os danos causados ao planeta.  A coleção é um lembrete de que podemos minimizar os impactos negativos e de que mesmo as menores coisas podem trazer um grande benefício ao planeta. Só precisamos agir.

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                    A nova campanha “Live in Levi’s” usa um vídeo interativo em que basta clicar para comprar o jeans que quiser. A campanha busca mostrar como diversas pessoas em todo o mundo usam a marca.

                    Stephen Clements, o diretor executivo de criação da AKQA, agência responsável pela campanha afirmou que “Quase todas as pessoas no mundo moderno ou tem ou já teve um jeans da Levi’s”. E foi esta afirmação que serviu como base para a agência lançar esse projeto que tem como ponto principal a plataforma interativa do vídeo, com influenciadores do mundo todo descrevendo como eles usam seus jeans.

                    A experiência ainda é mais profunda, pois além do vídeo, cada pessoa que é retratada tem um perfil no site, onde os usuários podem “conhecer” mais cada um, saber suas inspirações e motivações. E além da espiada na vida dessas pessoas, a Levi’s chama seus fãs para participar do projeto usando a hashtah #LiveInLevis em redes sociais como Facebook, Twitter, Instagram e até Weibo, um site de microblog chinês. Como Clements afirmou, “a presença mundial da marca e a diversidade de estilo das pessoas é o que queríamos celebrar. É algo que nenhuma outra marca pode alegar”.

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