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De 07 de Abril a 14 de Agosto deste ano, o museu Les Arts Décoratifs, em Paris, irá exibir uma exposição histórica sobre os 300 anos da moda. A exposição Fashion Foward – Three Centuries of Fashion, que mostrará a evolução da moda nos últimos 300 anos (1715 – 2015), inspirou a H&M a revelar a sua nova linha 2016: Conscious Exclusive Collection.

Os estilistas da marca se inspiraram em modelos de vestidos, saias, vestidos de bailes, entre outros. As peças foram confeccionadas obedecendo às regras do desenvolvimento sustentável e com materiais que respeitam o meio ambiente, como a seda biológica, o linho reciclado, o cânhamo ou ainda o Denimite, um material criado a partir do jeans reciclado. A coleção, que também tem três diferentes modelos de vestidos de casamento, estará disponível para venda a partir de 7 de abril, em cerca de 180 lojas da marca em todo o mundo.

A marca sueca foi nomeada líder no uso de algodão biológico em 2010, 2011 e 2013, ficando em segundo lugar em 2012. Entre 2011 e 2013, a H&M investiu 2 milhões de euros no Fast Track Program do BCI, para formar seus agricultores com o ensino necessário para o cultivo de algodão. No início de 2014, a marca lançou seus primeiros produtos feitos com algodão reciclado, feitos por fibras têxteis de peças usadas retornadas às lojas pelos consumidores e clientes. Com isso, a H&M se tornou a primeira empresa do mundo a lançar um projeto de captação global de roupas usadas, com o intuito de fechar o ciclo de produção têxtil.

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    swell elements

     

     

     

     

     

     
    As garrafas térmicas S’wells passaram por uma nova e elegante reforma com o lançamento da coleção Elements. Inspirada por elementos como mármore e granito, essa nova linha apresenta detalhes excêntricos. A coleção apresenta três designs diferentes, de mármore azul, carvão com granito e mármore opala. Cada garrafa é ornamentada com alto brilho, para um olhar que separe o produto de garrafas d’água comuns.

    A S’well Bottle foi lançada no final de 2014, de estrutura feita com dupla camada de aço inoxidável, não permitindo que a temperatura exterior influencie no conteúdo dentro da garrafa. O líquido permanece frio durante 24 horas e, no caso de bebidas quentes, mantém a sua temperatura por cerca de 12 horas. O produto é comercializado no site da S’well Bottle, que faz envios internacionais, e a faixa de preço varia de acordo com o seu tamanho, custando entre US$25 e US$45,00.

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      bota piccadilly

       

       

       

       

       

       

       

       

      Diante das chuvas de verão que tem afetado os brasileiros, a empresa calçadista Picaddilly desenvolveu a bota city proof repelente a água para enfrentar esse período. Um produto inovador e com estilo, o bota possui uma membrana impermeabilizante localizada entre a parte externa do cabedal e o forro, que protege os pés, impedindo a entrada de água no calçado.

      Além de pensar na proteção e no bem estar da mulher em momentos de fortes chuvas ou ruas com muitas águas, a Piccadilly também pensou na aparência do produto. A bota não é diferente da aparência de um modelo convencional, principalmente para que ela também seja útil em outras ocasiões. O objetivo foi desenvolver uma tecnologia que ajudasse as mulheres que vivem em cidade de grande incertezas climáticas.

      A Piccadilly nasceu em 1955 e foi registrada em 1958. A Inglaterra foi o primeiro país fora do Brasil a receber os calçados da marca, em 1968, dando início a um bem-sucedido projeto de exportação. Em 2003 a Piccadilly lança a sua loja online e atualmente é presente em mais de 90 países. A empresa exporta seus calçados para os cinco continentes, se mantendo sempre ligada nas principais tendências internacionais e em tecnologia.

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        Ontem às 23h00, horário de Brasília, o site americano Amazon estreitou o seu primeiro programa ao vivo, o “Style Code Live”. Apresentado por Lindsey Rodrigues (“Total Request Live”), Rachel Smith (“Good Morning America” da ABC) e Frankie Grande (“Big Brother 16” da CBS) o programa de 30 minutos aborda temas e oferece conselhos sobre moda e beleza.

        Acessível através do site amazon.com/stylecodelive, a pré-estréia divulgada ontem a noite apresentou a fundadora do blog de moda WeWoreWhat, Danielle Bernstein, que revelou os seus “must-haves” para a primavera, que está para chegar nos países do Hemisfério Norte. Em seguida, os produtos apresentados estiveram disponíveis em um link exibido junto ao player do vídeo.

        Para os próximos episódios, que irão ao ar de segunda a sexta-feira, a cantora Meghan Trainor, a atriz Keri Russel e a vlogueira americana Tati Westbrook, que posta vídeos sobre beleza, estarão presentes dando as suas dicas.

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          A era digital em que vivemos hoje em dia tem tornado tudo acessível e para todos e, por conta disso, o modelo de desfiles, focado para a indústria, não tem funcionado mais. Em fevereiro deste ano, a Burberry anunciou um novo posicionamento em relação aos desfiles de sua marca: as roupas desfiladas estarão à venda para seus clientes no fim do desfiles, tornando os fashion shows focados para o consumidor.

          O motivo dessa mudança é que as roupas desfiladas ficavam disponíveis para compra somente seis meses após elas terem sido apresentadas, postadas nas redes sociais e com os clientes desejando elas. Por exemplo: no início desse ano, foram apresentadas as coleções de Alta Costura e de Prêt-a-Porter do inverno 2017 nos principais polos internacionais da moda (Nova York, Paris, Milão e Londres), só que essas cidades ainda estão vivendo o inverno de 2016, com as suas coleções apresentadas no ano passado. E elas ainda terão o verão 2016. Com isso, a Burberry anunciou a sua mudança, visando a necessidade do consumidor, que quer possuir tudo para ontem!

          O mesmo acontece no Brasil, só que invertido. Em abril vai começar o SPFW e as outras semanas nacionais, com as tendências para o verão 2017, só que nós ainda temo todo o inverno pela frente. Por conta disso e diante dessa mudança internacional, que outros designers também passaram a adotar, o Brasil, a partir de 2017, também terá um novo calendário oficial da moda, com as edições do SPFW ocorrendo em fevereiro e em julho, sem estação específica. A próxima edição, que ocorre entre 25 e 29 de abril, já sem estação, deixará cada marca trabalhar da forma que desejar.

          O ideal é que no ano que vem as coleções desfiladas estejam nas lojas em pouco tempo, com showrooms realizados para os compradores para facilitar a distribuição e com a antecedência necessária. Este movimento, liderado pela Semana de Moda de Nova York, procura a adaptação da nova realidade do consumo, que possui o conceito “see now, buy now”.

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            AHerchcovitch

             

             

             

             

             

             

             

             

             

             

             

             

             

             

             

            Moda é negócio, logística, estratégia, decisão e foco. Com Alexandre Herchcovitch aprendemos que moda não é apenas inspiração. O estilista brasileiro transitou entre as passarelas de Nova York, mercados japoneses e horários nobres globais. A trajetória em sua grife, ou até mesmo seus trabalhos em parceria com outras marcas, como a Ellus, merecem ser destacadas pela contribuição ao cenário nacional, em especial ao mercado denim.

            Em 2013, temos o seu trabalho mais recente com o denim, que foi apresentado em Nova York no evento Be Brasil. Juntamente com a Rhodia e a Canatiba, o designer lançou sua primeira coleção de jeans tecnológico confeccionado com o Emana® Denim. Herchcovitch colocou em evidência uma tendência mundial para o mercado jeanswear: o acréscimo de funções tecnológicas do denim, como oportunidade para elevar qualquer produto confeccionado no material para além do valor do mero estilo.

            Junto com esse pioneirismo, o designer levou a imagem do mercado índigo nacional, mostrando ao mundo a diversidade do território brasileiro, visto que a sua assinatura sempre teve uma pegada estruturada e underground. Essa mesma coleção foi apresentada oficialmente no mesmo ano no Fashion Rio, mas o designer continuou a utilizar o mesmo material. Em 2014, um ano depois, Herchcovitch retomou a parceria com a Ellus e colocou em evidência o valor de uma cobranding dentro de um grupo de moda, como uma estratégia para impulsionar os negócios. O resultado da iniciativa foi um mix formado por 70 modelos de moletons, camisetas e jeans com emana, reforçando a visão direcional do designer em propor interpretações ao denim que superassem a tarefa de apenas vestir.

            Alexandre Herchcovitch - Fashion Rio - inverno 2014

            Alexandre Herchcovitch – Fashion Rio – inverno 2014

             

             

             

             

             

             

             

             

             

             

             

             

             

             

             

             

             

             

             

             

             

            Em 2008, o paulista vendeu sua companhia para o grupo de moda InBrands, também proprietário de lojas como Ellus, Salinas e VR. Nesse período, ele continuou sendo o diretor criativo da marca até dezembro de 2015, quando o contrato terminou e não foi renovado. Atualmente, Herchcovitch tem quatro lojas próprias, desenha modelos exclusivos em seu ateliê e exporta a sua linha jeanswear para os Estados Unidos e Reino Unido.

            Fica claro, portanto, que cada estilista brasileiro que chega aos destaques internacionais se torna um patrimônio imensurável para o país, que ainda está caminhando a passos pequenos na área do design. Por conta disso, foi difícil para alguns profissionais da moda acreditarem na saída do Alexandre Herchcovitch da própria marca, anunciada na semana passada.

             

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              calçados

               

               

               

               

               

               

               

               

               

               

               

               

               

              Atualmente, o setor calçadista vem apresentando certas tecnologias como calçados impressos em casa e tênis energizados ao caminhar, apesar de ser em pequena escala. No entanto, o setor brasileiro quer dar uma guinada em termos de inovação tecnológica para aplicar a manufatura avançada no segmento, tanto para o desenvolvimento de produtos recém produzidos, como os citados, como para novos produtos que estão por vir, mais sustentáveis e eficazes.

              Em janeiro deste ano, a Abicalçados, Associação Brasileira das Indústrias de Calçados, entidade que representa a indústria calçadista nacional, recebeu na sua sede, em Novo Hamburgo/RS, diversos representantes de outras agências ou associações envolvidas com couro e calçado. No encontro, o tecnologista do MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação), Sérgio Knorr Velho, apresentou alguns cases de manufatura avançada já existentes no setor calçadista, mas que ainda caminham a passos lentos. Segundo ele, existe um processo de “retorno para casa”, onde parte das grandes marcas vão deixar de ser menos intensivas em trabalhos manuais e mais automatizadas. “Atualmente a produção mundial está na casa dos 22 bilhões de pares de calçados, sendo quase 90% realizada na China. Boa parte dessa produção deve voltar para os locais onde é consumida”.

              A Nike, por exemplo, está para abrir uma planta com 10 mil funcionários nos Estados Unidos e a Adidas prometeu abrir uma fábrica automatizada na Alemanha ainda em 2016. O especialista citou ainda uma pesquisa realizada em maio de 2014, onde dos 618 produtores norte-americanos entrevistados, 53% se disseram dispostos a investir em processos de manufatura avançada nos próximos anos.

              O setor industrial brasileiro ainda se encontra muito atrasado em termos de inovação e tecnologia na produção, segundo Sérgio Knorr. Das mais de um milhão de patentes requeridas no mundo em 2015, apenas 600 foram no Brasil, colocando o país no posto de 29º entre os  demais requerentes. Em relação aos BRICS, o país se encontra à frente somente da África do Sul, sendo a China a maior do grupo, possuindo mais de 120 mil requerimentos.

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                Uma embalagem criativa é um dos fatores que atrai consumidores a comprar e, principalmente, a comprarem mais. Com esse propósito, a Coca-Cola desenvolveu três diferentes maneiras nas quais os consumidores podem transformar o material de papelão em algo útil depois. Usando a arte do origami, a Coca-Cola criou um virtual reality viewers, que são óculos de realidade virtual só que feitos de papelão, sendo fáceis de montar, de brincar e de usar.

                Mais do que isso, eles dão ao papelão uma segunda chance de ser utilizado, oferecendo essa nova alternativa ao invés de já serem diretamente jogados em lixões. Para fazer o virtual reality viewers, é necessário um smartphone e alguns aplicativos do tipo virtual reality para fazer com que os óculos funcionem. Como um exemplo de reciclagem, os óculos servem de inspiração ao envolver sustentabilidade e reaproveitamento com tecnologia.

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                  Neste semestre a ESPM Rio lança um curso inédito de assessoria de comunicação especializada em beleza e moda, a partir do dia 05 de março de 2016. As aulas serão ministradas pela produtora e sócia da marca upcycle Acorda, Michelle Andrade; e pelo o editor de conteúdo Rafael Moura.

                  Ao longo das nove aulas, os professores pretendem proporcionar o entendimento e aplicação do processo de divulgação nos campos da beleza e moda. Assim como o desenvolvimento de estratégias assertivas de comunicação. O programa conta com tópicos como – história da assessoria de imprensa, branding, estratégias de comunicação e produção executiva.

                  Informações – http://www2.espm.br/cursos/espm-rio/assessoria-de-comunicacao-em-beleza-e-moda

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