Author Archives: Flávia Souza

O rei da fotografia de moda em exibição em Londres

outubro 8th, 2014 | Posted by Flávia Souza in Arte | Inspiração | Moda - (0 Comments)

Corset by Detolle for Mainbocher, 1939.

Corseletes apertados, maiôs ousados ​​e Marlene Dietrich em glamour total… Horst P Horst foi um dos maiores fotógrafos do século 20, e o Victoria and Albert Museum em Londres está celebrando sua vida e obra. A exibição é uma homenagem a um profissional que foi de Bauhaus à alta moda em mais de 60 anos de produção.

Model Muriel Maxwell putting on lipstick.

Assim como seus ensaios de moda icônicos, impressões inéditas, retratos de estrelas de Hollywood, nus e imagens de suas viagens podem ser vistas. A exposição é imensa. O V&A preencheu sala após sala com mais de 250 imagens feitas por Horst. O que poderia ser um tanto cansativo para o público foi executado brilhantemente por Susanna Brown, curadora da exposição, que não só desenvolveu temas para as salas como também exibiu as fotos ao lado de alguns dos cadernos de Horst, clipes de filmes raros dele no trabalho, e inúmeros recortes de revistas e capas de seu trabalho na imprensa. Susanna aproveitou ainda o vasto acervo de vestuário do museu para ilustrar os diferentes períodos da carreira do fotógrafo com roupas de alta costura.

Round the Clock, New York, 1987

Luz e sombra foram ferramentas cruciais para a criação do efeito cinematográfico de Horst, mais claramente visto na seção dedicada a seus nus masculinos. Outros partes tratam da sua relação com o surrealismo, padrões na natureza, e sua cobertura do pós-guerra Horst entre as tribos do Turcomenistão, incluindo imagens com luz natural de agricultores e ovelhas nas montanhas.

O resultado é uma fascinante e emocionante exposição, que contextualiza a obra de Horst e nos permite não só compreender o desenvolvimento de seu estilo próprio, mas também testemunhar as profundas mudanças nas mulheres, no seu vestir e seu papel na sociedade, já que a carreira do artista durou 60 anos – do período pré-guerra a 1980.

Dinner suit and headdress by Schiaparelli, 1947

Exposições de moda costumam atrair multidões aos museus de Londres, e essa não deve ser diferente. Horst: Photographer of Style fica em cartaz até o dia 04 de janeiro de 2015, no Victoria and Albert Museum em South Kensington.

Male Nude, 1952.

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    Dizem por aí que a gente come com os olhos, e a indústria alimentícia sempre se baseou nisso para vender mais. Apesar das embalagens de sorvete terem por muito tempo parecido algo relativamente simples, é possível encontrar atualmente no mercado um nível de atenção à sobremesa à base de leite nunca antes visto. Das décadas de 80 e 90 – quando o sorvete de creme da Kibon vinha na embalagem de papelão formando um tijolo perfeito – até hoje muita coisa mudou.

    Algumas marcas internacionais estão se esforçando cada vez mais para atrair a atenção dos consumidores na difícil seção dos congelados. Além do mais, com os consumidores cada vez mais cautelosos com o destino do seu suado salário, muitos estão optando por marcas menores ou até desconhecidas numa tentativa de economizar dinheiro. Assim, marcas pequenas se tornaram atraentes com base na qualidade e na embalagem, criando efetivamente uma clara distinção entre algo que você compra porque é barato e algo que você compra como uma maneira de se dar um prêmio.

    Vai dizer que você não ficou com vontade?

     

     

     

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      Inspire-se nas músicas de Beyoncé

      setembro 20th, 2014 | Posted by Flávia Souza in Inspiração | Música - (0 Comments)

      Lyrical Popstar Pencils

      Beyoncé está em todas. A primeira parte de um curta-metragem produzido para sua turnê com o marido Jay Z, intitulado “Bang Bang, Part One”, fez sua estreia na última segunda-feira, e os fãs da rainha podem anotar na agenda o lançamento do filme concerto da turnê com um dos lápis cor de rosa que carregam títulos de canções da estrela.

      O site Emerging Thoughts criou essa delicada coleção em homenagem à Queen B, já que a cantora pop teve tantos singles no topo das mais tocadas que pode ser difícil se lembrar de todos eles. Graças a esses lápis musicais você pode sempre ser lembrado das faixas mais famosas e do glamour da musa enquanto escreve sua lista de afazeres do dia.

      O conjunto com seis lápis gravados com títulos que incluem ‘Bootylicious’ e ‘Crazy in Love’ pode ser comprado aqui,  ao custo de 7 dólares. Em tempo: o canal HBO americano exibe às 21h de hoje (horário local) o tal vídeo da turnê On the Run, gravado em Paris.

      Beyoncé Pencil Set | Spotted on @nylonmag

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        Pop art invade editorial de moda na China

        setembro 8th, 2014 | Posted by Flávia Souza in Editoriais | Moda & Arte - (0 Comments)

        pop art fashion shoot01 Pop Art Style: Katerina by Xiao Wei Xu in Harpers Bazaar China September 2014

        A moda dos anos sessenta se une a cores inspiradas pela pop art neste magnífico editorial de moda publicado na edição de setembro da revista Harper’s Bazaar China. Vestindo uma peruca amarela e maquiagem que remete a bonecas, Katerina se destaca num cenário com objetos em grande dimensão e piso de tabuleiro de xadrez. A modelo foi fotografada por Xiao Wei Xu e o styling ficou por conta de Yuri Tan, que trabalhou com peças das coleções de outono de Dior, Valentino and Ports 1961.

        No quesito editoriais de moda e pop art, este com certeza chama a atenção. Cheio de detalhes divertidos, cores vibrantes e alguns elementos surreais, o estilo em destaque na sessão de fotos pode até ser ousado, mas com certeza há espaço para algumas dessas peças no nosso guarda-roupa diário. Yuri Tan nos mostra que um armário temático pode ser elegante sem ser exagerado.

         

        pop art fashion shoot03 Pop Art Style: Katerina by Xiao Wei Xu in Harpers Bazaar China September 2014

        pop art fashion shoot04 Pop Art Style: Katerina by Xiao Wei Xu in Harpers Bazaar China September 2014pop art fashion shoot06 Pop Art Style: Katerina by Xiao Wei Xu in Harpers Bazaar China September 2014

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          SoHo Retail Installation Resembles Canopy of Flowers

          No bairro do SoHo, em Nova York, novas idéias de varejo são frequentemente testadas em uma audiência de milhões de compradores todos os anos – até mesmo aqueles que estão ‘só olhando’ se impressionam com as novidades. E com a tradição cultural da área, construída pela abundância de galerias de arte (apesar da maioria delas ter sido substituída por grandes lojas), faz sentido que boutiques como a Melissa queiram resgatar essa época de ouro ao misturar as duas categorias.

          O resultado combina alta moda (envolvendo sapatos de plástico, claro) e uma impressionante instalação de arte para criar uma experiência em que a loja, e não apenas o produto, se torna o centro das atenções.

          Melissa_ext_01.jpg

          A peça We Are Flowers, na loja da Melissa da Greene Street, se ​​assemelha a um redemoinho, com uma vastidão de vinte mil flores translúcidas e multicoloridas que formam um toldo vindo da frente até o fundo da loja. De acordo com os engenheiros do SOFTLab, a instalação se relaciona visualmente com a coleção Somos Flores! da Melissa na medida em que incorpora seus valores estéticos: é “tecnicamente inovador, com atenção a cada detalhe, mas antes de tudo um projeto que expressa a sensualidade através de sua forma e traz alegria e cor à experiência Melissa”.

          Melissa_16.jpg

          De acordo com Michael Svizos, fundador do estúdio que já trabalhou com muitas dessas instalações, a tendência em ter displays complexos mas temporários nas lojas lembra uma versão expandida das vitrines complexas que se tornaram a marca registrada do comércio de rua em todos os lugares – o que pode trazer grandes benefícios para o varejo à medida que compradores compartilham imagens de sucesso. Uma maneira divertida de se conectar a lojas físicas num momento em que compramos tanto online.

           

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            Loja de óculos de sol sobre rodas

            agosto 23rd, 2014 | Posted by Flávia Souza in Negócio de Moda | Tendência | Varejo - (0 Comments)

            O verão em Nova York tem se tornado aos poucos sinônimos de visitas a caminhões de comida, cujos donos aproveitam o clima agradável dos meses mais quentes para atrair o público. Além de geralmente oferecerem boa comida a preços amigos, ainda proporcionam uma agradável experiência, já que os clientes podem desfrutar de sua comida em um ambiente ao ar livre.

            Inspirado pela geração do caminhão, o casal Shaun e Rachel Moss criou o Suns Truck, uma loja de óculos de sol sobre rodas, que oferece uma experiência de compras única. Com a ajuda do time da Square Design, baseada no Brooklyn, uma van Grumman de mais de quatro metros foi convertida na loja móvel. O interior tem painéis de carvalho e iluminação gradiente que visa refletir o logotipo da empresa – um pôr do sol.

             

            Sunglass Store on Wheels Inspired by Food Truck Trend

             

            A van percorre locais populares a céu aberto na cidade de Nova York, incluindo Coney Island, Rockaway Beach, o distrito financeiro, e festivais de música no Brooklyn. Uma vez decidida sua localização do dia, a van estaciona e permite que os clientes subam para experimentar – e comprar – um novo par de óculos de sol.

            A empresa surgiu após Shaun Moss perceber que ele não gostava de seu trabalho em um ambiente corporativo. Sua esposa, Rachel, foi criada em uma empresa familiar focada na cultura de praia, e depois muitas conversas eles criaram o conceito para o Suns Truck, a combinação perfeita da infância de Rachel e Shaun, que foi criado em Manhattan.

             

            Moss-founders-of-sunstruck.jpg

            Suns Truck foi lançado neste verão americano, e a ideia é intrigante – em uma cidade como Nova York, as pessoas tendem a fazer as coisas o mais rápido possível, e isso inclui suas compras. A nova loja, no entanto, nos faz esquecer das filas longas e dos vendedores incômodos a que estamos infelizmente acostumados, e, ao lado dos caminhões de comida, pode ser um pioneiro no varejo móvel.

             

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              Movimentos inovadores no Mundo da Moda

              agosto 17th, 2014 | Posted by Flávia Souza in Moda & Tecnologia - (0 Comments)

              Um paradoxo interessante pode ser observado atualmente na indústria da moda; enquanto os ciclos de produção da maioria das marcas continua a diminuir drasticamente, com cada vez mais coleções em um ano, podemos encontrar líderes pavimentando inovações que mudam a maneira como pensamos sobre o consumo de roupas e até mesmo sobre tecidos. Recentemente o site pfsk falou sobre alguns movimentos dentro da indústria da moda que valem a pena ser comentados e acompanhados, que a gente mostra logo abaixo.

               

              Elevando a intimidade entre Têxteis e Tecnologia | Nancy Tilbury, Studio XO

              Nancy tem uma visão que engloba uma variedade de ideias e novos modelos de negócios. Ela acredita que a geração digital estaria aberta a “assinar roupas” e transformar a moda em recipiente para transmitir conteúdo pessoal e expressivo (o que ela chama de “Tumblr para o corpo”). Trabalhando em projetos como o vestido de bolha usado por Lady Gaga no iTunes Festival em 2013, o estúdio de Tilbury foi amadurecendo a forma como a tecnologia de impressão 3D pode ser usada para mesclar materiais duros e macios e como incorporar expressividade digital aos projetos.

               

              Roupa Bioresponsiva que monitora o desempenho | Matt Hymers, Adidas

              A combinação de tecnologia e tecidos vem em forma diferente com uma marca como a Adidas. Matt, que trabalha com o AC Milan e outros times profissionais, foca no relacionamento entre têxteis e rastreamento de dados e desempenho, o que culminou no seu produto TechFit Elite, uma camada inferior que incorpora monitores de estatísticas vitais e sensores de movimento.

               

              Couture no cruzamento da Biologia e Têxteis | Suzanne Lee, BioCouture

               

              No que talvez seja a mais segmentada de todas as direções futuras, Suzanne fabrica tecidos sustentáveis ​​e está muito envolvida com o conhecimento e as práticas científicas e de engenharia. Ela trabalha em estreita colaboração com a comunidade de biociências para criar superfícies similares a tecidos que crescem na forma dos recipientes que ela usa. Os seus ingredientes básicos incluem o chá verde, o açúcar, soluções ácidas como o vinagre, e cultura de arranque (leveduras, bactérias, sob a forma de um mate). Esta visão implica a necessidade de rever como os designers de moda pensam sobre suas matérias-primas antes de se ocuparem do processo de fabricação, levando gradualmente à eliminação de práticas de “velho mundo”.

               

              Desacelerando a Fast Fashion | Rick Ridgeway, Patagonia

               Nosso consumo de roupas aumentou quase 50% entre 2002 e 2010. Do ponto de vista da publicidade, as marcas podem fazer muita coisa para lembrar seus clientes a pensar eticamente antes de comprar um produto. A Patagônia é uma marca que tomou uma iniciativa relativamente ousada na Black Friday através de um anúncio impresso com o imperativo: “não compre esta jaqueta” como sua manchete. O anúncio encorajou as pessoas a pensarem duas vezes antes de comprar um casaco novo da marca, e de forma mais ampla, a cuidar de suas roupas e mantê-las por um período de tempo mais longo.

              A marca estimulou os consumidores a consertarem suas roupas Patagonia ou até mesmo trazê-las para a loja se eles quisessem doá-las para serem transformados em novos produtos. E mais: Rick se uniu com a start-up de DIY (faça você mesmo) iFixit para ajudar a marca a reduzir o desperdício e introduzir solicitações de consertos em seu modelo de negócio.

               

              Avançando Rumo a uma Indústria de Desperdício Zero | Sophie Mather, Yeh Group

              A indústria têxtil é responsável por 20% da poluição da água no mundo. Em resposta a esta complicada questão ambiental, o Yeh Group, com sede na Tailândia, desenvolveu a DryDye, uma inovação que permite que as empresas têxteis e de vestuário tinjam tecidos sem o uso de qualquer água. Embora ainda em seus estágios iniciais comerciais, DryDye representa uma inovação importante que o grupo trabalha para desenvolver, buscando pavimentar um caminho mais sustentável para a indústria da moda e vestuário.

               

               

              Para quem se interessou pelo assunto, vale ainda assistir o documentário The Next Black: A Film About the Future of Clothing, feito pela empresa AEG.

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                Um picolé para levar na bolsa

                julho 15th, 2014 | Posted by Flávia Souza in Acessórios - (0 Comments)

                icephone 1

                Além de facilitar nossa vida, os smartphones serviram para desenvolver um novo hábito: colecionar capinhas de celular. Vinda do Japão, a icePhone – uma capa com semelhança incrível a um picolé de verdade – está disponível para donos de iPhone 5 e 5s.

                 

                O produto vem em dois modelos, soda e crunch. A beleza está nos detalhes. Uma olhada para o acessório e você estará desejando que fosse de verdade.

                 

                icePhone7

                 

                As capas podem ser compradas no site japonês Rakuten e custam em torno de 40 dólares. Apesar do picolé se encaixar perfeitamente no aparelho, colocar o telefone no bolso parece missão impossível com o acessório. Seu formato no entanto não afeta suas fotos, já que uma pequena mordida fica bem na posição da câmera e do flash (imagina se os japoneses, conhecidos mundialmente por seus hábitos fotográficos, dariam bobeira?).

                icePhone5

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                  Se você acha que livros são tecnologia ultrapassada, você pode estar enganado.

                  O Livro Potável não é realmente um livro – mas na verdade uma ferramenta salva-vidas que gera água potável para o consumidor. Além de ser uma ferramenta para filtrar a água, o Livro contém em suas páginas lições sobre higiene e consumo de água contaminada. O grupo humanitário WaterisLife e a agência de publicidade DDB se uniram para levar esses livros para os países em desenvolvimento, onde fontes de água nem sempre são confiáveis.

                  the drinkable book cleans and purifies water with advanced filtering paper

                  Milhões de pessoas em todo o mundo não têm acesso à água potável para necessidades básicas, como ingestão, cozinhar e tomar banho. E 3,4 milhões de pessoas morrem a cada ano de doenças transmitidas pela água. Embora as opções sejam limitadas em certos ambientes, muitas pessoas que ingerem água contaminada não fazem nem ideia do mal que isso poderia causar. Assim, o objetivo do Livro Potável é fornecer filtros de água baratos e eficazes, ao mesmo tempo em que educa as pessoas sobre o quão perigoso água contaminada pode ser.

                  this drinkable book cleans and purifies water with advanced filtering paper

                  O livro funciona em três passos simples: após rasgar a página ao longo da perfuração,  a pessoa deve deslizar o filtro por dentro da caixa impressa em 3D (que é também a embalagem do livro) e então despejar a água contaminada. Desse processo se tem água própria para beber. E esta água potável vê uma redução de mais de 99,99% da quantidade de bactérias, colocando-a no mesmo patamar da água consumida por americanos.  Cada livro contém 24 páginas ​​com dois filtros que duram 30 dias. No total, o livro pode fornecer uma única pessoa com água limpa por até quatro anos.

                  this drinkable book cleans and purifies water with advanced filtering paper

                  Criado através de uma parceria entre centros de pesquisa em Carnegie Mellon e a University of Virginia, espera-se que o produto alcance logo seus destinos, já que segundo divulgação seus custos de produção são relativamente baixos.

                   

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                    Designers brasileiros ganham destaque durante a London Fashion Week

                    fevereiro 18th, 2014 | Posted by Flávia Souza in Notícias - (0 Comments)

                    A embaixada Brasileira em Londres abriu suas portas essa semana para a moda como parte da London Fashion Week. Representando o Brasil no International Fashion Showcase, um seleto grupo de estilistas brasileiros tem suas coleções exibidas no local.

                    Com o sugestivo nome de ‘Penta’, a exposição traz os trabalhos dos designers brasileiros baseados em Londres Barbara Casasola, Lucas Nascimento e Fernando Jorge, que recebem Vittorino Campos e Guilherme Viera, numa mostra do que é a moda brasileira contemporânea.

                    O paulista Guilherme é o nome por trás da CLUBE BOSSA, marca de moda praia reconhecida internacionalmente pelo nível de detalhamento e qualidade das peças. Já Barbara, que tem em seu currículo passagens por Roberto Cavalli e Lanvin, é conhecida por suas linhas limpas. O baiano  Vitorino alia simplicidade e sofisticação em suas linhas impecáveis. Fernando, formado em design de joias pela renomada Central Saint Martins cria peças marcadas pela sensualidade, movimento e elegância. Lucas, que se apresenta pela quarta vez como parte da semana de moda de Londres, é especializado em malharia e contribuiu com importantes nomes da moda europeia e brasileira.

                    O foco da curadoria, feita por Barbara Casasola (que parece estar em um ótimo ano, tendo sido a estilista convidada da feira Pitti Uomo em janeiro), baseia-se na herança modernista brasileira como fonte de inspiração para este grupo pequeno mas cheio de personalidade. Essa influência se traduz em uma linguagem estética minimalista, refinada e sensual.

                    A instalação da exposição, inspirada pela obra ‘Penetráveis’, de Helio Oiticica, mostar um um cenário inspirado na Tropicália que serve como o pano de fundo perfeito para a moda em exposição.

                    O International Fashion Showcase, evento por trás da mostra foi lançado em 2012 como uma forma de comemorar a posição de Londres como uma cidade da moda internacional que apoia o talento emergente. Até o dia 23 de fevereiro cerca de 30 embaixadas estrangeiras e institutos culturais baseados em Londres vão mostrar mais de 120 estilistas fazendo desta a maior exposição até hoje.

                    O país com o grupo de novos designers mais talentoso foi escolhido no domingo dia 16 por um painel de 14 jurados composto por jornalistas, acadêmicos e especialistas em moda. O país vencedor pela segunda vez consecutiva foi a Estônia, com menções honrosas para Paraguai, Portugal e Qatar

                     

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