CANTÃO + PRIMAVERA-VERÃO

O Cantão lança nesta quinta-feira, 28 de julho, sua nova coleção primavera-verão “Um verão na Toscana”, na loja do Leblon. A marca se entrega ao dolce far niente com uma coleção que traz florais exuberantes e frutas cítricas refrescando peças femininas, com tons ensolarados e gostinho de férias. Toda a essência romântica da dolce vita é celebrada em formas fluídas e confortáveis, com um leve toque vintage e perfume bucólico.

Cantão

Serviço
Lançamento Primavera-Verão La Dolce Vita Cantão com show da Banda Tereza
Dia 28 de julho, às 17h
Parklet Cantão
Rua Ataulfo de Paiva 566 loja B

APPLE WATCH + OLIMPÍADAS

Em comemoração às Olimpíadas de 2016, o Apple Watch ganha uma edição limitada de pulseiras inspiradas nas bandeiras de 14 países, que estará à venda somente na Apple Store do shopping Village Mall, na Barra da Tijuca, a partir do começo de agosto. Brasil, Estados Unidos, China, Reino Unido, Alemanha, Japão, Austrália, França, Holanda, Canadá, México, Nova Zelândia, Jamaica e África do Sul foram os países contemplados pela gigante de tecnologia. As pulseiras patrióticas terão preços a partir de U$ 49 (cerca de R$ 160).

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FARM + JANSPORT

A Farm lançou nesta semana uma coleção de mochilas com a Jansport. A ideia foi unir o know how e a criatividade da estamparia carioca com os shapes tradicionais de mochilas da Jansport. São quatro modelos exclusivos: La Borbo, na cor vinho com tons amarelos como iluminadores e a atmosfera romântica com borboletas e flores; Patchwork, em jeans com mistura de materiais e estampas tem uma pegada artesanal; Praiana, de cores claras e com renda bem feminina, faz uma ode ao litoral, surfe e à praia e Porto Claro, em tons de azul, Pink e preto possui referência étnica com barrados e flores.

Farm

As mochilas podem ser adquiridas nas lojas e no site da Farm.

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    A empresa de tecnologia TWare criou um casaco que oferece mais do que a proteção contra o frio para os seus usuários. A roupa, chamada de AiraWear, possui uma estrutura inflável capaz de proporcionar diferentes sensações de massagem, além de promover a correção da postura.

    Por meio de um aplicativo para smartphone do AiraWear, é possível analisar a postura corporal do usuário e, dessa forma, recomendar o melhor tipo e a força da massagem. De acordo com Tan Jun Yuan, gerente de produto da TWare, a peça foi projetada para aliviar as dores nas costas que, por vezes, as pessoas sentem no trabalho – principalmente as que passam horas olhando para a tela de um computador – ou nos momentos de maior estresse.

    Se você gostou da novidade, pode adquirir o seu AiraWear no Kickstarter, com previsão de entrega para janeiro de 2017.

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      A atriz Emma Watson foi ao tradicional baile de gala do museu Metropolitan, que marca a abertura da exposição anual do Costume Institute, realizado na última segunda-feira (dia 2), em Nova York, com um vestido produzido de maneira totalmente sustentável. Feito de garrafa pet e outros materiais reciclados, o projeto foi uma colaboração entre a Calvin Klein e a Eco-Age, uma consultoria de marca.

      O vestido de alta costura foi projetado com materiais que estavam sob medida, ecológicos e sustentáveis, utilizando tecidos orgânicos e plástico reciclado, feito de três tecidos diferentes e todos os fios da costura feitos de garrafa pet. O zíper do vestido também é feito de material reciclado e o algodão e a seda utilizados nas partes internas foram produzidos sem o uso de produtos químicos. Além disso, o próprio vestido poderá ser reaproveitado, podendo separar as peças em novos looks.

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        De 07 de Abril a 14 de Agosto deste ano, o museu Les Arts Décoratifs, em Paris, irá exibir uma exposição histórica sobre os 300 anos da moda. A exposição Fashion Foward – Three Centuries of Fashion, que mostrará a evolução da moda nos últimos 300 anos (1715 – 2015), inspirou a H&M a revelar a sua nova linha 2016: Conscious Exclusive Collection.

        Os estilistas da marca se inspiraram em modelos de vestidos, saias, vestidos de bailes, entre outros. As peças foram confeccionadas obedecendo às regras do desenvolvimento sustentável e com materiais que respeitam o meio ambiente, como a seda biológica, o linho reciclado, o cânhamo ou ainda o Denimite, um material criado a partir do jeans reciclado. A coleção, que também tem três diferentes modelos de vestidos de casamento, estará disponível para venda a partir de 7 de abril, em cerca de 180 lojas da marca em todo o mundo.

        A marca sueca foi nomeada líder no uso de algodão biológico em 2010, 2011 e 2013, ficando em segundo lugar em 2012. Entre 2011 e 2013, a H&M investiu 2 milhões de euros no Fast Track Program do BCI, para formar seus agricultores com o ensino necessário para o cultivo de algodão. No início de 2014, a marca lançou seus primeiros produtos feitos com algodão reciclado, feitos por fibras têxteis de peças usadas retornadas às lojas pelos consumidores e clientes. Com isso, a H&M se tornou a primeira empresa do mundo a lançar um projeto de captação global de roupas usadas, com o intuito de fechar o ciclo de produção têxtil.

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          calçados

           

           

           

           

           

           

           

           

           

           

           

           

           

          Atualmente, o setor calçadista vem apresentando certas tecnologias como calçados impressos em casa e tênis energizados ao caminhar, apesar de ser em pequena escala. No entanto, o setor brasileiro quer dar uma guinada em termos de inovação tecnológica para aplicar a manufatura avançada no segmento, tanto para o desenvolvimento de produtos recém produzidos, como os citados, como para novos produtos que estão por vir, mais sustentáveis e eficazes.

          Em janeiro deste ano, a Abicalçados, Associação Brasileira das Indústrias de Calçados, entidade que representa a indústria calçadista nacional, recebeu na sua sede, em Novo Hamburgo/RS, diversos representantes de outras agências ou associações envolvidas com couro e calçado. No encontro, o tecnologista do MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação), Sérgio Knorr Velho, apresentou alguns cases de manufatura avançada já existentes no setor calçadista, mas que ainda caminham a passos lentos. Segundo ele, existe um processo de “retorno para casa”, onde parte das grandes marcas vão deixar de ser menos intensivas em trabalhos manuais e mais automatizadas. “Atualmente a produção mundial está na casa dos 22 bilhões de pares de calçados, sendo quase 90% realizada na China. Boa parte dessa produção deve voltar para os locais onde é consumida”.

          A Nike, por exemplo, está para abrir uma planta com 10 mil funcionários nos Estados Unidos e a Adidas prometeu abrir uma fábrica automatizada na Alemanha ainda em 2016. O especialista citou ainda uma pesquisa realizada em maio de 2014, onde dos 618 produtores norte-americanos entrevistados, 53% se disseram dispostos a investir em processos de manufatura avançada nos próximos anos.

          O setor industrial brasileiro ainda se encontra muito atrasado em termos de inovação e tecnologia na produção, segundo Sérgio Knorr. Das mais de um milhão de patentes requeridas no mundo em 2015, apenas 600 foram no Brasil, colocando o país no posto de 29º entre os  demais requerentes. Em relação aos BRICS, o país se encontra à frente somente da África do Sul, sendo a China a maior do grupo, possuindo mais de 120 mil requerimentos.

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            Parece que a crise econômica que o Brasil está enfrentando não impede o comércio pela Internet de crescer. A ABComm, Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, estimou que em 2015 houve um aumento de 26% do setor e um movimento de R$48.9 bilhões. A consultoria italiana Translated também projetou que o Brasil terá o quarto maior e-commerce do mundo, responsável por 4,3% do comércio eletrônico global, deixando para trás países como Alemanha, Rússia e França. Diante desses dados, o Brasil ficará atrás apenas da China, Estados Unidos e Japão, que são responsáveis por 20,1%, 15,6% e 4,6% pelo comércio eletrônico, respectivamente.

            O comércio tecnológico não foi atingido pela crise e, com isso, se tornou um diferencial competitivo. Agora, os consumidores não precisam mais se deslocar para outras cidades para comprar o que desejam e passam a ter a oportunidade de comparar preços, serviços e vantagens através do serviço da internet. Além disso, eles podem demonstrar a sua insatisfação e reclamar publicamente do produto na rede caso achem necessário.

            Segundo um estudo realizado pela PayPal, os setores que irão crescer no e-commerce este ano são os de Saúde e Beleza, ao lado de Gêneros Alimentícios, com um crescimento de 31%. Os Artigos Domésticos, Lazer e Produtos Infantis vão crescer em 27%, e os de Roupas, Calçados e Acessórios vão chegar a 22%. Viagem e Turismo irão crescer em 21% e Entretenimento deve fechar 2016 com um aumento de 19% no comércio eletrônico.

            Entretanto, novos tributos determinados pelo governo brasileiro podem mudar esse cenário.

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              Atualmente a grande maioria dos produtos em couros disponíveis no mercado ainda são de origem animal. Uma pequena parcela de origem vegetal é feita a partir de uma técnica de impermeabilização de tecido com uso de látex extraído da Amazônia, prática que tem origem indígena. Uma boa notícia chega causando curiosidade a indústria da moda, pois, uma matéria-prima durável, bonita e resistente promete “chegar chegando” no mercado, o Piñatex.

              O couro ecológico, de origem vegetal, pois, é feito por meio de uma etapa industrial que as fibras obtidas são transformadas em um tecido maleável, ecológico e biodegradável. Ao todo, são necessárias as folhas de cerca de 16 abacaxis para produzir um metro quadrado do tecido. O produto foi desenvolvido pela empresa Ananas Anam, da designer espanhola Carmen Hijosa, que contou com o apoio da Royal College of Art em uma parceria com as marcas Camper, Puma e com o designer Ally Capellino para transformar o produto em matéria-prima e lançá-lo no mercado.

              Segundo a pesquisadora, o produto, apesar de vegetal, tem grandes características tecnológicas, porque pode ser tingido, impresso e tratado, conferindo a base diferentes texturas. Por conta dessa versatilidade é possível usá-lo na criação de sapatos, bolsas, estofados e outras peças.

              Como funciona?

              O tecido reaproveita o caule e as folhas do abacaxi. As fibras são extraídas das folhas por um processo chamado descasque, feito sobre a plantação por uma comunidade agrícola. O que se retira disso é a biomassa, que pode ser convertida em fertilizante orgânico ou biogás. Em seguida, as fibras são submetidas a um processo industrial para tornar-se um tecido.

              Para produzir um metro quadrado de tecido são necessárias 480 folhas, o equivalente ao subproduto de 16 abacaxis. O primeiro tecido foi lançado em dezembro de 2014, em Londres. Confira abaixo alguns dos produtos desenvolvidos com o Piñatex:

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              Algumas das texturas e cores do couro vegetal feito com fibra de abacaxi:

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                Na música “Selvagem Olhos, Nego!”, o cantor Otto diz “O mar. Pra quem sabe amar”… Os oceanos cobrem um pouco mais de 71% da Terra e a poluição marítima é um grande problema ambiental. Pensando nessa questão, a Adidas desenvolveu um novo modelo de tês feitos com dejetos atirados nos mares, que se tornaram matéria-prima. O sneaker é inteiramente feito de materiais recicláveis que foram recolhidos das águas de oceanos, como fios e redes de pesca.

                O protótipo, dessa ação mais do que sustentável, é o resultado da colaboração entre a marca esportiva alemã e a Parley for the Oceans, organização que trabalha em prol do fim da poluição dos oceanos. O material do primeiro modelo do sneaker é, em grande parte, oriundo da apreensão de redes que seriam utilizadas para a pesca ilegal, e fica em destaque em todos os detalhes em verde.

                A label divulgou que não há previsão de quando, e nem se o modelo será colocado à venda. “Não se trata de uma ação, mas sim de um plano”, disse uma porta-voz da Adidas, que revelou que independente de um futuro lançamento, a marca deve começar a usar plástico reciclável na composição de seus tênis já no próximo ano.

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                  Não são só os anos 70 que estão dando as caras novamente no mundo fashion. A loja Shop Jeen lançou os tênis com led, que lembram os modelos usados por adolescentes e crianças nos anos 90. Quem, na época, não desejou um tênis que a sola acendia? Era febre, a super tendência teen.  Pois é, eles voltaram, juntando a modernidade com a nostalgia.

                  Os tênis brancos de led são acentuados com rebites coloridos junto a sola, que troca de cor a cada passo dado pela pessoa. O calçado, sensível ao movimento, vem equipado com um cabo USB que permite recarregar o solado quando a bateria acabar. O clássico dos anos 90 é vendido no site da loja (www.shopjeen.com) e custa 95 dólares.

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                    Capazes de eternizar momentos incríveis, as fotografias não são mais novidade para nós.

                    Sendo uma das mais contemplativas das artes, com poder de prender atenção e despertar curiosidade de quem as observa, coloridas ou p&b, fotos sempre despertam emoção, seja ela qual for.

                    No caso das fotografias em preto e branco, costumamos involuntariamente nos perguntar qual cor deveria ter aquela roupa, objeto, detalhe… é algo súbito e nostálgico.

                    A fim de dar vida a fotos históricas, que são simultaneamente encantadoras e intrigantes por conta do “de qual cor seria isso?” a revista digital NSBML criou uma série de gifs animados que colorem fotos conhecidas mundialmente.

                    Durante a animação, uma espécie de pincel invisível vem da lateral trazendo as reais cores da foto, dando noção de como seria na realidade, respondendo a essas perguntas.

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