A mais nova sandália para homens da marca japonesa Suicoke tem se tornado um dos produtos favoritos do mercado consumidor masculino. Criado em parceria com o Norse Project, os sapatos possuem uma estética diferente para corresponder à diferentes estilos.

Diante da estrutura funcional da sandália e seu olhar simplista que complementa praticamente qualquer look, o produto possui um suporte de espuma de neoprene e uma base feita pela Vibram, marca líder mundial em solas de borracha de alta performance.

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    A marca japonesa “UNUSED” lançou um lookbook que exibe os últimos estilos de outono e inverno 2016. Incluem-se uma série de casacos oversized, jeans e muito mais.

    Desenhada a partir das referências punk, normcore (um conceito que traduz a busca pelo conforto acima da preocupação com estilos e tendências), streetwear e estilos mais luxuosos, a coleção abrange as necessidades de moda de uma grande variedade de consumidores.

    Para um look normcore, a marca oferece calças de brim quer terminam logo acima do tornozelo e, para um look punk, oferece uma jaqueta de couro com zíper que é contrastada no lookbook com uma camada turquesa vibrante e emparelhada com calças escuras, por exemplo.

    Com a mistura engenhosa de estilos conflitantes, a “UNUSED” comprova quantas variações podem ser feitas com suas roupas, saindo do escritório direto para um show.

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      U by Kotex é uma loja temporária na qual as mulheres se sentem confortáveis e seguras para discutir e fazer compras para o seu ciclo menstrual. Lá não são só vendidos artigos básicos relacionados à menstruação, mas também tem itens como: canecas, moletons e mochilas de viagem. A loja conta com produtos de marcas como a ban.do, Coucou Suzette e Baggu.

      Como explicado no site da marca, o projeto ganhou vida depois que Sarah M. criou um blog abordando o tema. Ela estava frustrada por existirem tantas lojas para os diversos tipos de coisas, mas nenhuma que se relacionasse ao período menstrual, algo vivido por todas as mulheres.

      O Projeto é parte de uma iniciativa maior chamada The Period Projects, uma série de projetos inspirados por mulheres reais que compartilham a paixão por mudanças. As participantes tem compartilhado fotos da loja e do projeto usando a #PeriodProducts. A loja dá oportunidade às mulheres falarem livremente sobre o assunto e se uniu com a Jet.com para criar uma versão online.

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        +¦culos jeans

         

         

         

         

        Uma empresa sediada no Reino Unido dá um novo propósito ao jeans descartado e o reutiliza como matéria prima para a construção de óculos.

        A marca “Mosevic” está se desviando dos óculos tradicionais e criando óculos feitos de jeans reciclado. O cofundador e principal designer Jack Spencer quis projetar uma gama de óculos inovadores e decidiu que uma boa maneira de fazer isso seria “brincando” com diferentes materiais.

        A empresa acredita que seus óculos de sol são feitos de algo mais forte do que o plástico. Para projetar os óculos, as camadas de denim são pressionadas nos moldes, obrigando o material a ficar no lugar e um par de óculos de sol passa por um processo de duas semanas.

        As lentes de seus óculos de sol vêm da “Zeiss”, uma empresa bem conhecida por seu produto de qualidade superior. A mais recente coleção de óculos de sol chamado de “Worn” (algo como “gasto” em português) são feitos inteiramente usando jeans velho e a mão, fazendo com que todos os óculos de sol sejam totalmente exclusivos.

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          A linha de automóveis MINI lançou uma linha fashion na Pitti Uomo de 2016 em Florença, na Itália. Essa feira é evento chave para o mundo fashion masculino, porém o envolvimento da  MINI tinha como objetivo atrair ambos os sexos.

          O MINI Fluid Fashion Capsule Collection foi criado por cinco designers de nacionalidades distintas. Hien Le (Alemanha), Agi & Sam (Reino Unido), Études Studio (França), Sankuanz (China) e Sunnei (Itália) deram seus toques pessoais nos moletons desenvolvidos pela MINI. O moletom foi escolhido como peça de roupa democrática que poderia ser usada tanto por mulheres quanto homens.

          A coleção exibida no MINI Fluid Fashion Pavilion continha peças de cada um dos designers envolvidos no projeto. Apenas 200 exemplares de cada designer será produzido, fazendo com que as peças tenham uma pegada de exclusividade. Os moletons sem gênero podem ser encontrados apenas na loja online Luisa Via Roma.

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            Em fevereiro do ano passado, a preocupação com a moda fez com que um grupo de profissionais da área se reunissem para pensar sobre o seu futuro. Renata Abranchs, do Rio Etc e Bureau de Estilo, Ana Wambier e Daniela Sabbag, da Wasabi, Daniela Frazão, da Casa XX, o apresentador e estilista Caio Braz e o fotógrafo Raul Aragão, fundaram o espaço Malha. Destinado para estilistas, jornalistas, fotógrafos, stylists, artistas, designers, empreendedores e consumidores, o espaço servirá como plataforma para os profissionais trabalharem com uma moda focada em movimentos contemporâneos, no comércio justo, na produção local, na economia colaborativa, na sustentabilidade e na tecnologia.

            Com o lema “o justo é o novo preto”, a Malha é o primeiro projeto de uma Fashion Lab no Brasil e está localizada em São Cristóvão, coração da moda carioca e polo nacional de produção e grandes marcas. O galpão de 1.800m² vai reunir escritórios de marcas, estilistas e criadores, maquinário completo para produção, laboratório de inovação, escola, showroom, praça interna, estúdio fotográfico e café. O projeto é uma iniciativa de Herman Bessler, fundador e CEO do Templo, o primeiro espaço de coworking criativo do Rio, e André Carvalhal, escritor, professor e gerente de marketing da FARM.

            Além dos escritórios e pontos compartilhados para trabalhadores individuais, a Malha também vai oferecer cursos, palestras, workshops e showrooms voltados à área de Estilo e Negócios de Moda. A ideia é que as pessoas compartilhem propósitos, ideias, ferramentas, conhecimento e façam conexões.

            Espaço Malha
            Rua Conde de Leopoldina, 644 – São Cristóvão
            Rio de Janeiro, RJ
            Telefone: 21 3988 3544

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              bota piccadilly

               

               

               

               

               

               

               

               

              Diante das chuvas de verão que tem afetado os brasileiros, a empresa calçadista Picaddilly desenvolveu a bota city proof repelente a água para enfrentar esse período. Um produto inovador e com estilo, o bota possui uma membrana impermeabilizante localizada entre a parte externa do cabedal e o forro, que protege os pés, impedindo a entrada de água no calçado.

              Além de pensar na proteção e no bem estar da mulher em momentos de fortes chuvas ou ruas com muitas águas, a Piccadilly também pensou na aparência do produto. A bota não é diferente da aparência de um modelo convencional, principalmente para que ela também seja útil em outras ocasiões. O objetivo foi desenvolver uma tecnologia que ajudasse as mulheres que vivem em cidade de grande incertezas climáticas.

              A Piccadilly nasceu em 1955 e foi registrada em 1958. A Inglaterra foi o primeiro país fora do Brasil a receber os calçados da marca, em 1968, dando início a um bem-sucedido projeto de exportação. Em 2003 a Piccadilly lança a sua loja online e atualmente é presente em mais de 90 países. A empresa exporta seus calçados para os cinco continentes, se mantendo sempre ligada nas principais tendências internacionais e em tecnologia.

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                spfw-133-1080x717

                 

                 

                 

                 

                 

                 

                 

                 

                 

                 

                 

                 

                 

                 

                A era digital em que vivemos hoje em dia tem tornado tudo acessível e para todos e, por conta disso, o modelo de desfiles, focado para a indústria, não tem funcionado mais. Em fevereiro deste ano, a Burberry anunciou um novo posicionamento em relação aos desfiles de sua marca: as roupas desfiladas estarão à venda para seus clientes no fim do desfiles, tornando os fashion shows focados para o consumidor.

                O motivo dessa mudança é que as roupas desfiladas ficavam disponíveis para compra somente seis meses após elas terem sido apresentadas, postadas nas redes sociais e com os clientes desejando elas. Por exemplo: no início desse ano, foram apresentadas as coleções de Alta Costura e de Prêt-a-Porter do inverno 2017 nos principais polos internacionais da moda (Nova York, Paris, Milão e Londres), só que essas cidades ainda estão vivendo o inverno de 2016, com as suas coleções apresentadas no ano passado. E elas ainda terão o verão 2016. Com isso, a Burberry anunciou a sua mudança, visando a necessidade do consumidor, que quer possuir tudo para ontem!

                O mesmo acontece no Brasil, só que invertido. Em abril vai começar o SPFW e as outras semanas nacionais, com as tendências para o verão 2017, só que nós ainda temo todo o inverno pela frente. Por conta disso e diante dessa mudança internacional, que outros designers também passaram a adotar, o Brasil, a partir de 2017, também terá um novo calendário oficial da moda, com as edições do SPFW ocorrendo em fevereiro e em julho, sem estação específica. A próxima edição, que ocorre entre 25 e 29 de abril, já sem estação, deixará cada marca trabalhar da forma que desejar.

                O ideal é que no ano que vem as coleções desfiladas estejam nas lojas em pouco tempo, com showrooms realizados para os compradores para facilitar a distribuição e com a antecedência necessária. Este movimento, liderado pela Semana de Moda de Nova York, procura a adaptação da nova realidade do consumo, que possui o conceito “see now, buy now”.

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                  AHerchcovitch

                   

                   

                   

                   

                   

                   

                   

                   

                   

                   

                   

                   

                   

                   

                   

                  Moda é negócio, logística, estratégia, decisão e foco. Com Alexandre Herchcovitch aprendemos que moda não é apenas inspiração. O estilista brasileiro transitou entre as passarelas de Nova York, mercados japoneses e horários nobres globais. A trajetória em sua grife, ou até mesmo seus trabalhos em parceria com outras marcas, como a Ellus, merecem ser destacadas pela contribuição ao cenário nacional, em especial ao mercado denim.

                  Em 2013, temos o seu trabalho mais recente com o denim, que foi apresentado em Nova York no evento Be Brasil. Juntamente com a Rhodia e a Canatiba, o designer lançou sua primeira coleção de jeans tecnológico confeccionado com o Emana® Denim. Herchcovitch colocou em evidência uma tendência mundial para o mercado jeanswear: o acréscimo de funções tecnológicas do denim, como oportunidade para elevar qualquer produto confeccionado no material para além do valor do mero estilo.

                  Junto com esse pioneirismo, o designer levou a imagem do mercado índigo nacional, mostrando ao mundo a diversidade do território brasileiro, visto que a sua assinatura sempre teve uma pegada estruturada e underground. Essa mesma coleção foi apresentada oficialmente no mesmo ano no Fashion Rio, mas o designer continuou a utilizar o mesmo material. Em 2014, um ano depois, Herchcovitch retomou a parceria com a Ellus e colocou em evidência o valor de uma cobranding dentro de um grupo de moda, como uma estratégia para impulsionar os negócios. O resultado da iniciativa foi um mix formado por 70 modelos de moletons, camisetas e jeans com emana, reforçando a visão direcional do designer em propor interpretações ao denim que superassem a tarefa de apenas vestir.

                  Alexandre Herchcovitch - Fashion Rio - inverno 2014

                  Alexandre Herchcovitch – Fashion Rio – inverno 2014

                   

                   

                   

                   

                   

                   

                   

                   

                   

                   

                   

                   

                   

                   

                   

                   

                   

                   

                   

                   

                   

                  Em 2008, o paulista vendeu sua companhia para o grupo de moda InBrands, também proprietário de lojas como Ellus, Salinas e VR. Nesse período, ele continuou sendo o diretor criativo da marca até dezembro de 2015, quando o contrato terminou e não foi renovado. Atualmente, Herchcovitch tem quatro lojas próprias, desenha modelos exclusivos em seu ateliê e exporta a sua linha jeanswear para os Estados Unidos e Reino Unido.

                  Fica claro, portanto, que cada estilista brasileiro que chega aos destaques internacionais se torna um patrimônio imensurável para o país, que ainda está caminhando a passos pequenos na área do design. Por conta disso, foi difícil para alguns profissionais da moda acreditarem na saída do Alexandre Herchcovitch da própria marca, anunciada na semana passada.

                   

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                    Atualmente, o setor calçadista vem apresentando certas tecnologias como calçados impressos em casa e tênis energizados ao caminhar, apesar de ser em pequena escala. No entanto, o setor brasileiro quer dar uma guinada em termos de inovação tecnológica para aplicar a manufatura avançada no segmento, tanto para o desenvolvimento de produtos recém produzidos, como os citados, como para novos produtos que estão por vir, mais sustentáveis e eficazes.

                    Em janeiro deste ano, a Abicalçados, Associação Brasileira das Indústrias de Calçados, entidade que representa a indústria calçadista nacional, recebeu na sua sede, em Novo Hamburgo/RS, diversos representantes de outras agências ou associações envolvidas com couro e calçado. No encontro, o tecnologista do MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação), Sérgio Knorr Velho, apresentou alguns cases de manufatura avançada já existentes no setor calçadista, mas que ainda caminham a passos lentos. Segundo ele, existe um processo de “retorno para casa”, onde parte das grandes marcas vão deixar de ser menos intensivas em trabalhos manuais e mais automatizadas. “Atualmente a produção mundial está na casa dos 22 bilhões de pares de calçados, sendo quase 90% realizada na China. Boa parte dessa produção deve voltar para os locais onde é consumida”.

                    A Nike, por exemplo, está para abrir uma planta com 10 mil funcionários nos Estados Unidos e a Adidas prometeu abrir uma fábrica automatizada na Alemanha ainda em 2016. O especialista citou ainda uma pesquisa realizada em maio de 2014, onde dos 618 produtores norte-americanos entrevistados, 53% se disseram dispostos a investir em processos de manufatura avançada nos próximos anos.

                    O setor industrial brasileiro ainda se encontra muito atrasado em termos de inovação e tecnologia na produção, segundo Sérgio Knorr. Das mais de um milhão de patentes requeridas no mundo em 2015, apenas 600 foram no Brasil, colocando o país no posto de 29º entre os  demais requerentes. Em relação aos BRICS, o país se encontra à frente somente da África do Sul, sendo a China a maior do grupo, possuindo mais de 120 mil requerimentos.

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