Os dois irmãos, Bem e Harry Tucker, decidiam trazer a tendência da reciclagem para o mundo dos acessórios de viagem. A marca de bagagens de luxo “Plane” tem uma coleção feita com os tecidos dos acentos de aeronaves antigas.

É comum reciclar roupas e outros materiais, porém, pouco se recicla no que diz respeito à partes de aviões. Esse tipo de tecido descartado é ótimo para a produção de bagagens pois tem super resistência ao calor e manchas, além disso, o tecido é consideravelmente leve e apresente uma excelente durabilidade.

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Cada item da coleção terá as iniciais do comprador gravada, assim como estatísticas médias de jornada de aviões antigos. Essas estatísticas incluem dados como a quantidade de milhas voadas, número referente a altitude voada e também a quantidade de países visitados.

O objetivo dos designers é provar que o luxo pode estar sim associado a sustentabilidade. Qualquer pessoa pode achar os acessórios disponíveis para compra no “Kickstarter”.

PLANE: https://www.planeindustries.co.uk/

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    Uma empresa sediada no Reino Unido dá um novo propósito ao jeans descartado e o reutiliza como matéria prima para a construção de óculos.

    A marca “Mosevic” está se desviando dos óculos tradicionais e criando óculos feitos de jeans reciclado. O cofundador e principal designer Jack Spencer quis projetar uma gama de óculos inovadores e decidiu que uma boa maneira de fazer isso seria “brincando” com diferentes materiais.

    A empresa acredita que seus óculos de sol são feitos de algo mais forte do que o plástico. Para projetar os óculos, as camadas de denim são pressionadas nos moldes, obrigando o material a ficar no lugar e um par de óculos de sol passa por um processo de duas semanas.

    As lentes de seus óculos de sol vêm da “Zeiss”, uma empresa bem conhecida por seu produto de qualidade superior. A mais recente coleção de óculos de sol chamado de “Worn” (algo como “gasto” em português) são feitos inteiramente usando jeans velho e a mão, fazendo com que todos os óculos de sol sejam totalmente exclusivos.

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      A atriz Emma Watson foi ao tradicional baile de gala do museu Metropolitan, que marca a abertura da exposição anual do Costume Institute, realizado na última segunda-feira (dia 2), em Nova York, com um vestido produzido de maneira totalmente sustentável. Feito de garrafa pet e outros materiais reciclados, o projeto foi uma colaboração entre a Calvin Klein e a Eco-Age, uma consultoria de marca.

      O vestido de alta costura foi projetado com materiais que estavam sob medida, ecológicos e sustentáveis, utilizando tecidos orgânicos e plástico reciclado, feito de três tecidos diferentes e todos os fios da costura feitos de garrafa pet. O zíper do vestido também é feito de material reciclado e o algodão e a seda utilizados nas partes internas foram produzidos sem o uso de produtos químicos. Além disso, o próprio vestido poderá ser reaproveitado, podendo separar as peças em novos looks.

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        De 07 de Abril a 14 de Agosto deste ano, o museu Les Arts Décoratifs, em Paris, irá exibir uma exposição histórica sobre os 300 anos da moda. A exposição Fashion Foward – Three Centuries of Fashion, que mostrará a evolução da moda nos últimos 300 anos (1715 – 2015), inspirou a H&M a revelar a sua nova linha 2016: Conscious Exclusive Collection.

        Os estilistas da marca se inspiraram em modelos de vestidos, saias, vestidos de bailes, entre outros. As peças foram confeccionadas obedecendo às regras do desenvolvimento sustentável e com materiais que respeitam o meio ambiente, como a seda biológica, o linho reciclado, o cânhamo ou ainda o Denimite, um material criado a partir do jeans reciclado. A coleção, que também tem três diferentes modelos de vestidos de casamento, estará disponível para venda a partir de 7 de abril, em cerca de 180 lojas da marca em todo o mundo.

        A marca sueca foi nomeada líder no uso de algodão biológico em 2010, 2011 e 2013, ficando em segundo lugar em 2012. Entre 2011 e 2013, a H&M investiu 2 milhões de euros no Fast Track Program do BCI, para formar seus agricultores com o ensino necessário para o cultivo de algodão. No início de 2014, a marca lançou seus primeiros produtos feitos com algodão reciclado, feitos por fibras têxteis de peças usadas retornadas às lojas pelos consumidores e clientes. Com isso, a H&M se tornou a primeira empresa do mundo a lançar um projeto de captação global de roupas usadas, com o intuito de fechar o ciclo de produção têxtil.

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          As garrafas térmicas S’wells passaram por uma nova e elegante reforma com o lançamento da coleção Elements. Inspirada por elementos como mármore e granito, essa nova linha apresenta detalhes excêntricos. A coleção apresenta três designs diferentes, de mármore azul, carvão com granito e mármore opala. Cada garrafa é ornamentada com alto brilho, para um olhar que separe o produto de garrafas d’água comuns.

          A S’well Bottle foi lançada no final de 2014, de estrutura feita com dupla camada de aço inoxidável, não permitindo que a temperatura exterior influencie no conteúdo dentro da garrafa. O líquido permanece frio durante 24 horas e, no caso de bebidas quentes, mantém a sua temperatura por cerca de 12 horas. O produto é comercializado no site da S’well Bottle, que faz envios internacionais, e a faixa de preço varia de acordo com o seu tamanho, custando entre US$25 e US$45,00.

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            Uma embalagem criativa é um dos fatores que atrai consumidores a comprar e, principalmente, a comprarem mais. Com esse propósito, a Coca-Cola desenvolveu três diferentes maneiras nas quais os consumidores podem transformar o material de papelão em algo útil depois. Usando a arte do origami, a Coca-Cola criou um virtual reality viewers, que são óculos de realidade virtual só que feitos de papelão, sendo fáceis de montar, de brincar e de usar.

            Mais do que isso, eles dão ao papelão uma segunda chance de ser utilizado, oferecendo essa nova alternativa ao invés de já serem diretamente jogados em lixões. Para fazer o virtual reality viewers, é necessário um smartphone e alguns aplicativos do tipo virtual reality para fazer com que os óculos funcionem. Como um exemplo de reciclagem, os óculos servem de inspiração ao envolver sustentabilidade e reaproveitamento com tecnologia.

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              Atualmente a grande maioria dos produtos em couros disponíveis no mercado ainda são de origem animal. Uma pequena parcela de origem vegetal é feita a partir de uma técnica de impermeabilização de tecido com uso de látex extraído da Amazônia, prática que tem origem indígena. Uma boa notícia chega causando curiosidade a indústria da moda, pois, uma matéria-prima durável, bonita e resistente promete “chegar chegando” no mercado, o Piñatex.

              O couro ecológico, de origem vegetal, pois, é feito por meio de uma etapa industrial que as fibras obtidas são transformadas em um tecido maleável, ecológico e biodegradável. Ao todo, são necessárias as folhas de cerca de 16 abacaxis para produzir um metro quadrado do tecido. O produto foi desenvolvido pela empresa Ananas Anam, da designer espanhola Carmen Hijosa, que contou com o apoio da Royal College of Art em uma parceria com as marcas Camper, Puma e com o designer Ally Capellino para transformar o produto em matéria-prima e lançá-lo no mercado.

              Segundo a pesquisadora, o produto, apesar de vegetal, tem grandes características tecnológicas, porque pode ser tingido, impresso e tratado, conferindo a base diferentes texturas. Por conta dessa versatilidade é possível usá-lo na criação de sapatos, bolsas, estofados e outras peças.

              Como funciona?

              O tecido reaproveita o caule e as folhas do abacaxi. As fibras são extraídas das folhas por um processo chamado descasque, feito sobre a plantação por uma comunidade agrícola. O que se retira disso é a biomassa, que pode ser convertida em fertilizante orgânico ou biogás. Em seguida, as fibras são submetidas a um processo industrial para tornar-se um tecido.

              Para produzir um metro quadrado de tecido são necessárias 480 folhas, o equivalente ao subproduto de 16 abacaxis. O primeiro tecido foi lançado em dezembro de 2014, em Londres. Confira abaixo alguns dos produtos desenvolvidos com o Piñatex:

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              Algumas das texturas e cores do couro vegetal feito com fibra de abacaxi:

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                Na música “Selvagem Olhos, Nego!”, o cantor Otto diz “O mar. Pra quem sabe amar”… Os oceanos cobrem um pouco mais de 71% da Terra e a poluição marítima é um grande problema ambiental. Pensando nessa questão, a Adidas desenvolveu um novo modelo de tês feitos com dejetos atirados nos mares, que se tornaram matéria-prima. O sneaker é inteiramente feito de materiais recicláveis que foram recolhidos das águas de oceanos, como fios e redes de pesca.

                O protótipo, dessa ação mais do que sustentável, é o resultado da colaboração entre a marca esportiva alemã e a Parley for the Oceans, organização que trabalha em prol do fim da poluição dos oceanos. O material do primeiro modelo do sneaker é, em grande parte, oriundo da apreensão de redes que seriam utilizadas para a pesca ilegal, e fica em destaque em todos os detalhes em verde.

                A label divulgou que não há previsão de quando, e nem se o modelo será colocado à venda. “Não se trata de uma ação, mas sim de um plano”, disse uma porta-voz da Adidas, que revelou que independente de um futuro lançamento, a marca deve começar a usar plástico reciclável na composição de seus tênis já no próximo ano.

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                  Já falamos aqui da designer que criou colares esféricos com cinzas de entes queridos. E como nós do EvelynB adoramos invencionices e absurdices da moda hoje iremos falar da designer Nina Sparr. A sueca cria peças, entre roupas e acessórios, com um material mais do que inusitado: cabelos e pelos humanos. A criadora utiliza técnicas artesanais, como o tricô feito a mão.

                  Um dos clientes e a designer

                  Um dos clientes e a designer

                  Os cabelos e pelos foram coletados por toda a Suécia, e de acordo com a criadora, pessoas entraram em contato com ela para pedidos mais do que customizados, como uma pequena coroa que foi usada por uma noiva – feita de seu próprio cabelo. O que chamou a nossa atenção, foi a linha de underwear, isso mesmo, roupas íntimas. Em entrevista a um tabloide sueco, ela disse que convenceu algumas pessoas a experimentarem a criação, mas uma reclamação foi constante: “os cabelos grudam um pouco na pele”, ela confessou. E você teria coragem de usar?

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                    Você já deve ter percebido que temos falado muito de sustentabilidade, isto porque acreditamos muito nessa diálogo para o bem do planeta. Lembra das flores que viraram joias? E das roupas biodegradáveis? A novidade agora é um livro que vira árvore. A editora argentina de livros infantis Pequeño Editor publicou um “livro árvore”, em parceira com a agência de publicidade FCB Buenos Aires, o primeiro livro que pode ser plantado após ser lido. O objetivo de incentivar a sustentabilidade e desenvolver a consciência ambiental, pois, para a produção de papéis e livros, diversas árvores são derrubadas e muitos litros de água são gastos.

                    A editora confirma que diversos títulos serão publicados, o primeiro deles é “Meu pai estava na selva” e foram feitos a partir de tintas ecológicas e papel reciclado. A publicação possui sementes de jacarandá, uma árvore ameaçada de extinção, principalmente na Argentina. Quando as crianças terminarem de ler o livro, elas podem plantá-lo e ver o crescimento de uma nova espécie, ajudando no processo de reflorestamento. O livro conta uma história cheia de ingenuidade e humor sobre uma viagem na selva equatoriana.

                    “Quando um projeto tem algo importante a oferecer ao mundo, colaborando com a ecologia, nos faz sentir bem. É o caso deste livro. Não é nem mais nem menos do que um objeto que atinge crianças conscientes sobre o cuidado com a natureza”, disse Tony Waissmann, da FCB Buenos Aires, em comunicado a imprensa.

                    Serviço:

                    Pequeño Editor
                    pequenoeditor.com

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