Desde o lançamento do Pokémon Go no início do mês, pessoas do mundo inteiro entraram na onda do game que tem virado notícia nas mídias sociais. Aproveitando essa onda e o fato de que o game conquistou um público amplo, diversas marcas viram uma oportunidade para novas criações e adaptações de produtos, como a marca nova-iorquina Vixole. Os designers da marca desenvolvera um tênis que vibra ao detectar um Pokémon.

O jogo também tem servido de fonte de inspiração para criações artísticas que misturam a fantasia dos personagens com ícones e elementos da moda atual. O site Stylight, por exemplo, criou uma proposta desenvolvendo os Fashémons. Os Fashémons são ilustrações de famosos como Anna Wintour, Cara Delavigne e Karl Lagerfield na versão de personagens do desenho Pokémon combinados a personalidade desses famosos e reforçando as suas características principais.

Apesar desse tipo de fenômeno estar estourando, a união do Pokémon com a moda não é recente. Feito por Francis Phommisai, o tumblr Pokémon&Fashion foi criado em 2011 e surgiu a partir de um trabalho de faculdade, e agora voltou a ganhar a atenção dos fashionistas.

Além disso, no trabalho, imagens de campanhas de marcas como Marc Jacobs, Gucci e Louis Vuitton têm sido manipuladas, ressaltando os pequenos seres que acompanham as modelos.

Anna Wintour como Charmander | Cara Delevingne como Pikachu | Karl Lagerfeld como Ninetales | Victoria Beckham como Mew - Fotos: Reprodução

Anna Wintour como Charmander | Cara Delevingne como Pikachu | Karl Lagerfeld como Ninetales | Victoria Beckham como Mew – Fotos: Reprodução

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    Pectube_Bite

    Você é uma daquelas pessoas que sai para trabalhar e se sente culpado por deixar o seu bicho de estimação sozinho em casa o dia inteiro? Caso sim, saiba que para isso existe uma solução. Uma start-up de São Francisco, na Califórnia, desenvolveu uma câmera interativa, chamada Pectube, para os animais solitários. Este dispositivo permite aos donos desses animais verem, falarem e brincarem remotamente com os seus bichinhos a partir de um smartphone.

    A empresa oferece dois produtos: o Pectube ‘Play’ e o Pectube ‘Bite’. Ambos têm sistemas de vídeo e aplicativo para smartphone integrado e, o que difere, é que cada um possui uma forma de interagir com os bichos de estimação. A versão ‘Play’ oferece um ponteiro laser – brinquedo favorito dos gatos – que pode ser controlado por meio do app. Já o Pectube ‘Bite’ oferece snacks para os animais de acordo com a programação definida pelo dono.

    Uma das premissas da Pectube é dedicar-se a fortalecer os lados entre as pessoas e os animais de estimação por meio da tecnologia. Curtiu a novidade? Clique aqui para saber como funciona o Pectube ‘Play’ e aqui para ver o Pectube ‘Bite’ em ação.

    Pectube_App Pectube_Play

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      swell elements

       

       

       

       

       

       
      As garrafas térmicas S’wells passaram por uma nova e elegante reforma com o lançamento da coleção Elements. Inspirada por elementos como mármore e granito, essa nova linha apresenta detalhes excêntricos. A coleção apresenta três designs diferentes, de mármore azul, carvão com granito e mármore opala. Cada garrafa é ornamentada com alto brilho, para um olhar que separe o produto de garrafas d’água comuns.

      A S’well Bottle foi lançada no final de 2014, de estrutura feita com dupla camada de aço inoxidável, não permitindo que a temperatura exterior influencie no conteúdo dentro da garrafa. O líquido permanece frio durante 24 horas e, no caso de bebidas quentes, mantém a sua temperatura por cerca de 12 horas. O produto é comercializado no site da S’well Bottle, que faz envios internacionais, e a faixa de preço varia de acordo com o seu tamanho, custando entre US$25 e US$45,00.

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        bota piccadilly

         

         

         

         

         

         

         

         

        Diante das chuvas de verão que tem afetado os brasileiros, a empresa calçadista Picaddilly desenvolveu a bota city proof repelente a água para enfrentar esse período. Um produto inovador e com estilo, o bota possui uma membrana impermeabilizante localizada entre a parte externa do cabedal e o forro, que protege os pés, impedindo a entrada de água no calçado.

        Além de pensar na proteção e no bem estar da mulher em momentos de fortes chuvas ou ruas com muitas águas, a Piccadilly também pensou na aparência do produto. A bota não é diferente da aparência de um modelo convencional, principalmente para que ela também seja útil em outras ocasiões. O objetivo foi desenvolver uma tecnologia que ajudasse as mulheres que vivem em cidade de grande incertezas climáticas.

        A Piccadilly nasceu em 1955 e foi registrada em 1958. A Inglaterra foi o primeiro país fora do Brasil a receber os calçados da marca, em 1968, dando início a um bem-sucedido projeto de exportação. Em 2003 a Piccadilly lança a sua loja online e atualmente é presente em mais de 90 países. A empresa exporta seus calçados para os cinco continentes, se mantendo sempre ligada nas principais tendências internacionais e em tecnologia.

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          calçados

           

           

           

           

           

           

           

           

           

           

           

           

           

          Atualmente, o setor calçadista vem apresentando certas tecnologias como calçados impressos em casa e tênis energizados ao caminhar, apesar de ser em pequena escala. No entanto, o setor brasileiro quer dar uma guinada em termos de inovação tecnológica para aplicar a manufatura avançada no segmento, tanto para o desenvolvimento de produtos recém produzidos, como os citados, como para novos produtos que estão por vir, mais sustentáveis e eficazes.

          Em janeiro deste ano, a Abicalçados, Associação Brasileira das Indústrias de Calçados, entidade que representa a indústria calçadista nacional, recebeu na sua sede, em Novo Hamburgo/RS, diversos representantes de outras agências ou associações envolvidas com couro e calçado. No encontro, o tecnologista do MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação), Sérgio Knorr Velho, apresentou alguns cases de manufatura avançada já existentes no setor calçadista, mas que ainda caminham a passos lentos. Segundo ele, existe um processo de “retorno para casa”, onde parte das grandes marcas vão deixar de ser menos intensivas em trabalhos manuais e mais automatizadas. “Atualmente a produção mundial está na casa dos 22 bilhões de pares de calçados, sendo quase 90% realizada na China. Boa parte dessa produção deve voltar para os locais onde é consumida”.

          A Nike, por exemplo, está para abrir uma planta com 10 mil funcionários nos Estados Unidos e a Adidas prometeu abrir uma fábrica automatizada na Alemanha ainda em 2016. O especialista citou ainda uma pesquisa realizada em maio de 2014, onde dos 618 produtores norte-americanos entrevistados, 53% se disseram dispostos a investir em processos de manufatura avançada nos próximos anos.

          O setor industrial brasileiro ainda se encontra muito atrasado em termos de inovação e tecnologia na produção, segundo Sérgio Knorr. Das mais de um milhão de patentes requeridas no mundo em 2015, apenas 600 foram no Brasil, colocando o país no posto de 29º entre os  demais requerentes. Em relação aos BRICS, o país se encontra à frente somente da África do Sul, sendo a China a maior do grupo, possuindo mais de 120 mil requerimentos.

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            Uma embalagem criativa é um dos fatores que atrai consumidores a comprar e, principalmente, a comprarem mais. Com esse propósito, a Coca-Cola desenvolveu três diferentes maneiras nas quais os consumidores podem transformar o material de papelão em algo útil depois. Usando a arte do origami, a Coca-Cola criou um virtual reality viewers, que são óculos de realidade virtual só que feitos de papelão, sendo fáceis de montar, de brincar e de usar.

            Mais do que isso, eles dão ao papelão uma segunda chance de ser utilizado, oferecendo essa nova alternativa ao invés de já serem diretamente jogados em lixões. Para fazer o virtual reality viewers, é necessário um smartphone e alguns aplicativos do tipo virtual reality para fazer com que os óculos funcionem. Como um exemplo de reciclagem, os óculos servem de inspiração ao envolver sustentabilidade e reaproveitamento com tecnologia.

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              Parece que a crise econômica que o Brasil está enfrentando não impede o comércio pela Internet de crescer. A ABComm, Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, estimou que em 2015 houve um aumento de 26% do setor e um movimento de R$48.9 bilhões. A consultoria italiana Translated também projetou que o Brasil terá o quarto maior e-commerce do mundo, responsável por 4,3% do comércio eletrônico global, deixando para trás países como Alemanha, Rússia e França. Diante desses dados, o Brasil ficará atrás apenas da China, Estados Unidos e Japão, que são responsáveis por 20,1%, 15,6% e 4,6% pelo comércio eletrônico, respectivamente.

              O comércio tecnológico não foi atingido pela crise e, com isso, se tornou um diferencial competitivo. Agora, os consumidores não precisam mais se deslocar para outras cidades para comprar o que desejam e passam a ter a oportunidade de comparar preços, serviços e vantagens através do serviço da internet. Além disso, eles podem demonstrar a sua insatisfação e reclamar publicamente do produto na rede caso achem necessário.

              Segundo um estudo realizado pela PayPal, os setores que irão crescer no e-commerce este ano são os de Saúde e Beleza, ao lado de Gêneros Alimentícios, com um crescimento de 31%. Os Artigos Domésticos, Lazer e Produtos Infantis vão crescer em 27%, e os de Roupas, Calçados e Acessórios vão chegar a 22%. Viagem e Turismo irão crescer em 21% e Entretenimento deve fechar 2016 com um aumento de 19% no comércio eletrônico.

              Entretanto, novos tributos determinados pelo governo brasileiro podem mudar esse cenário.

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                silicone-braceletUma nova alternativa para se proteger de insetos foi desenvolvida nos Estados Unidos. Uma pulseira de repelente natural feita de silicone, infundida com óleo de citronela, pode proteger os seres humanos de mosquitos, moscas e pulgas por até seis dias ou 150 horas de exposição.  O produto, à prova d’água e não tóxico, vem em uma embalagem reutilizável para guardar a pulseira quando ela não estiver em uso.

                O tipo de silicone utilizado como matéria-prima do produto foi desenvolvido especialmente para absorver o óleo de citronela e fazer com que ele seja evaporado gradualmente. No site oficial da MosquitoNo, as pulseiras estão à venda por $3,99 a unidade ou $17,99 o pacote com cinco pulseiras e são entregues sem custo.

                Essa nova solução de repelente é perfeita para pessoas que não gostam de usar repelentes em spray ou cremes, tornando muito mais prática a sua proteção em relação aos insetos. MosquitoNo também desenvolveu adesivos infundidos com citronela que podem ser colados nas roupas, chapéus e bonés ou sapatos. Podem ser utilizados em crianças acima de três anos e possuem uma duração de três dias, além de também serem não tóxicos.

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                  5gEm breve começaremos a ouvir notícias sobre internet 5G para celulares. A versão atualizada da internet 4G vai nos oferecer uma internet tão rápida que será capaz de baixar filmes inteiros em segundos, além de abrir portas para a criação de novos tipos de aplicativos.

                  No entanto, há muitos desafios para resolver antes que o 5G faça parte do nosso dia a dia. Operadoras, fabricantes de telecomunicações e grandes empresas de tecnologia ainda estão por definir os padrões globais que serão necessários antes que essa tecnologia se torne utilizável para todos. Essas negociações estão previstas para serem finalizadas até 2019.

                  A maioria dos telefones celulares atualmente possuem internet bem rápida e eficiente, muitas vezes alcançando downloads de mais de 15 megabytes por segundo. Isso possibilita seus usuários a ouvirem música através de aplicativos como Spotify, assistir vídeo no Youtube e checar suas mensagens do Facebook. Comparando com a futura internet 5G, os usuários terão uma internet 100 vezes mais rápida que a 4G.

                   

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                    Atualmente a grande maioria dos produtos em couros disponíveis no mercado ainda são de origem animal. Uma pequena parcela de origem vegetal é feita a partir de uma técnica de impermeabilização de tecido com uso de látex extraído da Amazônia, prática que tem origem indígena. Uma boa notícia chega causando curiosidade a indústria da moda, pois, uma matéria-prima durável, bonita e resistente promete “chegar chegando” no mercado, o Piñatex.

                    O couro ecológico, de origem vegetal, pois, é feito por meio de uma etapa industrial que as fibras obtidas são transformadas em um tecido maleável, ecológico e biodegradável. Ao todo, são necessárias as folhas de cerca de 16 abacaxis para produzir um metro quadrado do tecido. O produto foi desenvolvido pela empresa Ananas Anam, da designer espanhola Carmen Hijosa, que contou com o apoio da Royal College of Art em uma parceria com as marcas Camper, Puma e com o designer Ally Capellino para transformar o produto em matéria-prima e lançá-lo no mercado.

                    Segundo a pesquisadora, o produto, apesar de vegetal, tem grandes características tecnológicas, porque pode ser tingido, impresso e tratado, conferindo a base diferentes texturas. Por conta dessa versatilidade é possível usá-lo na criação de sapatos, bolsas, estofados e outras peças.

                    Como funciona?

                    O tecido reaproveita o caule e as folhas do abacaxi. As fibras são extraídas das folhas por um processo chamado descasque, feito sobre a plantação por uma comunidade agrícola. O que se retira disso é a biomassa, que pode ser convertida em fertilizante orgânico ou biogás. Em seguida, as fibras são submetidas a um processo industrial para tornar-se um tecido.

                    Para produzir um metro quadrado de tecido são necessárias 480 folhas, o equivalente ao subproduto de 16 abacaxis. O primeiro tecido foi lançado em dezembro de 2014, em Londres. Confira abaixo alguns dos produtos desenvolvidos com o Piñatex:

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                    Algumas das texturas e cores do couro vegetal feito com fibra de abacaxi:

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